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A Gestão de Riscos !

24 de set.
2 min de leitura

Equipe de negócios em reunião, homem de terno lendo papéis numa sala moderna e iluminada, clima sério.

A gestão de riscos é muito mais que um conceito é um conjunto de instruções e ferramentas bem estruturadas para uma tomada de decisão integrada, uma decisão baseada em risco é parte fundamental do gerenciamento e controles estratégicos, táticos e operacionais de uma organização.


Quando pensamos em gestão de risco, logo pensamos em problemas e em seguida como minimizar o impacto se eles acontecem. Existem oito princípios ou fundamentos na gestão de risco:


  1. Gerenciamento Integrado: pensar nos riscos e documentar todas as atividades e serviços estratégicos aos negócios, integrando-os nas decisões críticas e não críticas;

  2. Gestão estruturada e abrangente: criar uma estrutura e procedimentos para identificar, compreender e tratar os riscos;

  3. Personalizar ao contexto organizacional: estruturar a gestão de riscos alinhada ao modelo organizacional, seus objetivos e necessidades;

  4. Gestão de risco inclusiva: envolver todas as partes interessadas, permitindo discussões amplas com vários pontos de vista, garantindo um cenário de análise mais completo e consistente;

  5. Dinamismo: criar procedimentos para revisão contínua de riscos, alinhados aos objetivos da organização e a frente dos incidentes;

  6. Qualidade das informações disponíveis: buscar as informações mais atualizadas possível, interna e externamente;

  7. Fatores humanos e culturais: focar na colaboração e no engajamento de todas as partes interessadas.

  8. Melhoria contínua: monitorar, revisar e melhorar continuamente os processos da gestão de risco, garantindo eficácia e eficiência.



Benefícios da gestão de risco


Um gerenciamento de riscos eficaz, suporta e assegurar o alcance de objetivos, analisando continuamente os riscos com foco em reduzir incidentes que impactam diretamente os negócios e que possam contribuir na melhora de desempenho.


Benefícios adicionais na implementação da gestão de riscos:


  • Uso eficiente e consciente de capital, investimentos e recursos;

  • Agilidade no reconhecimento de eventos, ameaças e de resposta ao impacto e perdas;

  • Redução significativa de ameaças e consequentemente de perdas;

  • Tomada de decisões mais claras e objetivas;

  • Redução de custos baseado nas bases de conhecimento, lições aprendidas e melhorias nos processos de auditorias;

  • Traz para discussão aspectos humanos e culturais que possam afetar o desempenho.



Tomada de decisão e Gestão de Riscos


Para se tomar uma decisão podemos pensar em três momentos ou fases distintas, a Pré-decisão, a Decisão Ativa e a Pós-decisão e devemos integrar a gestão de riscos nas três, pois avaliar o risco antes de tomar a “melhor decisão”, evita que ela seja entendida no futuro como a “pior decisão”.


Quando estamos na fase de Decisão Ativa, o risco passa a ser conhecido e mapeado, mitigando assim as possibilidades a perdas e maximizando o ganho, na sequência os riscos passam a ser tratados.


Tomar decisões pensando nos riscos é uma rotina bem difícil, com o tempo, você adquire prática e os processos da gestão de risco vão se tornando mais maduros, mas temos de ter em mente que em algumas circunstâncias na avaliação as informações são desconhecidas, imprevisíveis, imprecisas e muito dinâmicas.


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IRMC Partners

Carlos Macedo



 
 
 

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